Pré-jogo: Ferroviária x São Caetano. Honrem a camisa

O treinador Antonio Picoli falou durante toda a semana que o elenco vai jogar pelo nome da Ferroviária. Deveria ser assim o campeonato inteiro, a camisa da Locomotiva tem um peso enorme e deve ser respeitada em todos as partidas que entrarem em campo vestindo o branco e grená. Ninguém sabe o quanto de valor tem essa camisa, é imensurável.

A matemática diz que temos chances. Mas é claro que ninguém mais acredita. É complicado chegar,  mais um ano, brigando pra nada a não ser ficar entre os 10 primeiros colocados para que, na competição do ano subsequente, tenha a vantagem de fazer mais partidas em casa do que fora. Mas, vejam bem, neste ano perdemos o acesso justamente jogando na Arena da Fonte. Afinal, os empates com Batatais, Marília e, principalmente, São José foram inadmissíveis.

Milagres acontecem? De fato, acontecem. Vimos isso no ano passado. Mas duas vezes seguidas? Temos que concordar que é muito difícil. Torcemos contra três equipes nas duas rodadas, acreditar sim, mas ser realista acima de tudo. O que os jogadores devem fazer hoje, é jogar com vontade e muita raça, só assim para honrar o manto sagrado da Ferroviária. Entendam jogadores, essa camisa tem uma tradição que vocês nunca vão ver no interior. Já dizia Douglas Onça: “Isto não é um uniforme, é uma camisa com história. E para vesti-la, é preciso coração.”

Não sabe quem é Douglas Onça? Entre no museu e conheça a história dele, jogadores. Mas isso, deve ser feito por todos que se comprometem de verdade com o clube. Saber a história do time que vai defender, deveria ser o básico.

Provável escalação: Alexandre Cajuru; Neguete (Niander), Sandoval, Alcides e Roberto; Renan, Milton Junior, Thiago Silva e Alan Mineiro; Jonatas Obina e Wilson Junior.

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Pré-jogo: Red Bull Brasil x Ferroviária. Por cima

Respeitem o manto grená. Somos a Ferroviária de Araraquara. Foto: Mateus Rigola/Tribuna Impressa.

Respeitem o manto grená. Somos a Ferroviária de Araraquara. Foto: Mateus Rigola/Tribuna Impressa.

Se for para cair fora, que caía por cima. Se for para perder as chances do acesso, que seja em pé. Se for para não respeitar e honrar o manto sagrado da Ferroviária, nem entre em campo. Sabemos que as chances são complicadas, ainda mais depois da derrota na última rodada, mas somos a Associação Ferroviária de Esportes, somos o time que batia de frente contra o Santos de Pelé, somos a equipe interiorana que assombrava os times grandes do Brasil.

Jogadores: Honrem a camisa da Ferroviária  e joguem os 90 minutos como se fosse os últimos de suas vidas. Como dissemos, as chances são remotas, mas ainda assim somos a Ferroviária de Araraquara. Por isso, joguem por nós. Não podemos perder a fé, temos que seguir de cabeça erguida, não importa o que aconteça. Entrem em campo com amor ao futebol, com amor ao que vocês recebem para fazer.

Torcedores: Sabemos que é difícil, são 18 anos sem a elite do futebol paulista. O sofrimento parece não ter fim. Porém, temos que estar unidos. Temos que acreditar até o último minuto de jogo. São três rodadas para decretar nosso destino. Continuar na A2, ou seguir para a Série A1. Lembram do milagre do ano passado? Por que não pode acontecer neste ano? Vamos acreditar!

Diretoria: Tirem o time desta Copa Paulista, se for para entrar, deixa o sub-20 jogar, assim eles treinam para a Copa São Paulo de 2015. Foquem esses quase 9 meses, para contratações para o ano que vem. Se for possível, lutem para manter alguns jogadores desse elenco atual. É importante, a reformulação começa já!

Enfim, vamos para cima. Vamos com vontade, não joguem a toalha. Somos a Ferroviária e merecemos respeito!

#PraCimaDelesAFE
#EuCantoEuSouAfeanoAtéMorrer
#RespeitemOMantoGrená

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Análise: Itapirense 1 x 0 Ferroviária. Lamentável

Uma derrota para se lamentar e quem sabe chorar. Pode ter sido o final da Série A2 para a Ferroviária neste ano. A empolgação da vitória em casa, não deu certo. Aliás, nada deu certo no jogo em Itapira. Incrível. Time não funcionou, errou passes bobos e para finalizar, Cajuru saiu machucado. Que noite terrível!

Mas não podemos abaixar a cabeça, temos três jogos pela frente e como dissemos desde o início, 1% chance, 99% de fé. Jamais desistiremos de você, Ferroviária. Vamos para Campina com toda vontade possível. Podemos finalizar as chances de acesso, mas que seja com raça e amor à camisa. Já dizia Douglas Onça: “Isso aqui não é uniforme, é uma camisa com história. E para vesti-la, é preciso coração.”

Quanto ao episódio torcida x jogadores. Após apurar ambos os lados, chegamos a conclusão de que o bate boca alterado, foi o que de mais grave aconteceu, exceto a pedra atirada pela torcida que acertou o repórter da Rádio Cultura, Marcos Chiochinni. Atitude lamentável, assim como o placar do jogo.

#EuNãoDesistoNunca
#EuCantoEuSouAfeanoAtéMorrer

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Pré-jogo: Itapirense x Ferroviária. Mais uma batalha

Jonatas Obina está confirmado pelo treinador. Foto: Mateus Rigola/Tribuna Impressa.

Jonatas Obina está confirmado pelo treinador. Foto: Mateus Rigola/Tribuna Impressa.

Mais uma guerra, mais uma decisão e, esperamos, mais uma vitória. Mas, muito cuidado com a Itapirense. Time está tentando sair das últimas colocações e vai jogar a vida contra nossa Ferroviária. E é melhor adotar o discurso do nosso treinador. Sem fazer contas, apenas conquistar os próximos três pontos e o que vier no fim da rodada, nosso resultado será consequência, para o bem ou para o mal.

Não podemos entrar em campo acomodados e pensando que conquistaremos os três pontos a hora que quiser. Os jogadores precisam entrar com o mesmo espírito dos últimos jogos, com raça, vontade e muita determinação. O time está focado e muito unido. Aliás, a maior força desse elenco é a união e, é exatamente isso que faz um time forte e que brigue pelo acesso. A última partida fez com que a torcida completasse esse elo, tanto que a diretoria disponibilizou dois ônibus para os torcedores.

Vamos para cima deles e conquistar mais três pontos que, podem nos colocar dentro do G-4 já nesta rodada, caso os resultados continue nos ajudando. Só depende de nós para conquistar esse acesso e sair dessa fila que incomoda muito. Vamos pra cima do Itapirense. VAMOS, FERROVIÁRIA.

Provável equipe: Cajuru; Niander, Sandoval, Rafael Goiano (Alcides) e Roberto; Milton Junior, Thiago Silva e Alan Mineiro; Jonatas Obina, Schumacher (Mateus) e Wilson Junior.

1% de chance, 99% de fé!

#EuAcredito
#VamosSubirAFE
#EuCantoEuSouAfeanoAtéMorrer

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Análise e notas – Ferroviária 2×1 Grêmio Osasco

Parecia que seria uma tarde típica. As típicas bolas na trave. Os típicos gols perdidos. Os típicos erros bobos, principalmente de passe e posicionamento. O de sempre acontecia. Tecnicamente, esteve longe de ser uma grande partida. O que mudou? A gana de vencer desse elenco unido e, principalmente, em sintonia com o treinador. A vitória de hoje, caso se concretize o acesso, devera ser lembrada e, principalmente, guardada no coração de cada torcedor grená. O dia em que a Ferroviária venceu tudo e todos.

A vibração de Picoli após os dois gols e com o apito final emocionou. A torcida também foi diferente. Pouquíssimas vaias para Schumacher, mesmo após péssima partida. Cobrança sim, mas principalmente, apoio. O público compareceu, e as costumeiras vaias estiveram em menor volume. Aconteceram sim, mas em grande parte direcionadas ao trio de arbitragem, extremamente tendencioso, diga-se de passagem. Os gritos de apoio se revezaram nas vozes dos mais de 1700 pagantes. E como em um golpe do destino, tudo foi diferente.

Aliás, o destino agiu e agiu forte. Roberto fraturou o nariz em treinamento, e iria operar ainda nesta semana. Picoli pediu para o lateral, que perdeu a posição para Guilherme Batata, aguardar, já que ele podia ser necessário no jogo deste sábado. Roberto avisou: pode confiar, professor.

A lesão de Batata no fim do primeiro tempo proporcionou a entrada do lateral. Foram 22 minutos até a bomba no travessão, idêntica à finalização contra o São José. A torcida tinha tudo pra perder a fé. Não perdeu. E foram mais cinco minutos até o lindo gol de falta, do mesmo Roberto. A Ferroviária não marcava gols de falta desde 2011.

Alan Mineiro, um dos grandes destaques da Ferrinha na competição, vinha em péssima tarde. O herói de tantas partidas foi recompensado com o gol da virada mais brilhante do campeonato. Virada que mantém acesa a chama do acesso. E mais acesa do que nunca.

O destino agiu porque a energia foi fantástica. Que raça a equipe demonstrou em campo. Que emoção ao final da partida. O abraço coletivo com o apito final mostrou que a união é a principal virtude desse qualificado grupo. Vilson Tadei é um grande técnico, e não vi problemas em seu trabalho. Mas o destino quis que Picoli assumisse essa missão. Esse grupo abraçou a causa. Abraçou com todas as forças. O que esses jogadores correram no dia de hoje foi algo sobrenatural.

A saga continua. Não se pode afirmar que subiremos. Aliás, o caminho ainda é difícil. Três jogos fora, dois confrontos diretíssimos pelo acesso. No entanto, o orgulho já ficou marcado. Mesmo que não conseguirmos o acesso, seria prioritário seguir nessa linha de trabalho. Se vier, será merecidíssimo. Esse grupo e, principalmente, o fanático torcedor grená, que espera há 19 anos pelo retorno à primeira divisão, é merecedor. Avante Ferroviária.

Notas:

Alexandre Cajuru – Fez defesa brilhante quando o jogo ainda estava 1 a 0 para os visitantes. Não teve qualquer culpa no gol adversário. Nota 6,5

Niander – Começou nervoso, inclusive estava mal posicionado no gol do Grêmio Osasco. Porém, entrou na partida, e foi impecável na armação. Correu o campo todo por várias e várias vezes, incansável, e arrumando ótimas aberturas. Um dos responsáveis pelo grande segundo tempo grená. Nota 7,5

Sandoval – Teve grande atuação, novamente. Acertou a trave em cabeçada ainda no primeiro tempo, e foi extremamente tranquilo nas poucas chances criadas pelo adversário. Ainda teve boa qualidade na saída de jogo. Grande temporada do zagueiro. Nota 7,5

Rafael Goiano – Falhou no gol do Osasco, mas teve atuação sólida e segura. Novamente substituiu bem o titular Alcides, apesar de se perder em campo em alguns momentos. Nota 6,5

Guilherme Batata – Vinha fazendo atuação regular, como normalmente, até que se machucou e deu lugar a Roberto. Nota 6

Renan – Apesar da necessidade de aprimorar o passe e de dar combates mais efetivos, foi novamente regular e não comprometeu. Melhorou de produção com Antônio Picoli. Nota 5,5

Milton Júnior – A peça-chave voltou de lesão e sentiu um pouco a falta de ritmo. Apesar disso, realizou boa partida, com a costumeira transição da zaga para o ataque. Titular absoluto. Nota 6,5

Alan Mineiro – Vinha em exibição ruim, errando tudo o que tentava, muitos passes errados e finalizações ruins. Foi recompensado com o gol da virada. Nada mais justo para o vice artilheiro da competição. Nota 5,5

Wilson Junior – Voluntarioso, correu muito e fez algumas boas jogadas. No entanto, errou alguns passes e perdeu bolas bobas. A entrega em campo se sobressaiu. Nota 6,5

Jonatas Obina – Questionado por parte da torcida, o atacante grená jogou como ponta. Voluntarioso como sempre, correu muito e auxiliou na marcação. Além disso, se sobressaiu sobre o lateral adversário na força em boas jogadas na linha de fundo, com cruzamentos mal sucedidos. Em lance decisivo, subiu no terceiro andar e desviou para o gol da virada de Alan Mineiro. Nota 7

Schumacher – Pior em campo. Não acertou nada que tentou. Aliás, no único pivô bem feito, Obina chutou muito mal. No mais, mal em bolas aéreas, lento e visivelmente desconfortável em campo. Nota 2

Thiago Silva – Entrou e mudou a partida. Deu mobilidade necessária ao meio campo grená, e fez excelentes jogadas com Niander. Alterna boas exibições, tanto como titular quanto como reserva. Nota 7

Roberto – Entrou e decidiu. Um chute dejavú no travessão, extremamente parecido com o lance contra o São José, e o épico gol de falta. No mais, outra grande opção no apoio. Nota 7,5

Negueba – Não teve boa atuação, mas, ao menos, somou em campo. Substituiu Schumacher, em péssima tarde, e colocou um pouco de fogo nas pontas, puxando a marcação. Nota 5,5

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Pré-jogo: Ferroviária x Grêmio Osasco. Em casa, é vencer

Vamos, Ferroviária! Foto: Deivide Leme/Tribuna Impressa

Vamos, Ferroviária! Foto: Deivide Leme/Tribuna Impressa

Duas vitórias seguidas, uma fora e outra em casa, dá um ânimo a mais não só para o time como para a torcida também. Mas, devemos continuar com os pés no chão e fazer nosso papel, quietinho, na nossa, sem pensar nos demais resultados. Se a vitória vier, o resto da rodada é lucro. O que importa são os três pontos para continuar vivo na reta final desta Série A2.

Nós que vemos os treinos, podemos dizer que o time está muito unido. Todo treino é descontraído quando é pra ser, e sério na hora que deve ser. E a união é o primeiro passo para as conquistas. Só de pensar que era para a Ferroviária ser vice-líder com os pontos perdidos em casa, já da uma angústia grande, mas enfim, não podemos lamentar a bola perdida. Agora é continuar na arrancada que temos totais condições de chegar no acesso.

Vamos lá galera, vamos apoiar a Ferroviária nos 90 minutos deste jogo. Precisamos demais dessa vitória e sei que vamos conseguir. Vamos ser o 12º jogador que a Ferrinha tanto precisa. Eu acredito e sei que vocês também! Afinal 1% de chance, 99% de fé. Ferroviária, amo você, em qualquer hora e tempo o seu lema é vencer!

Provável equipe: Cajuru; Niander, Sandoval, Rafael Goiano e Guilherme Batata; Renan, Thiago Silva e Alan Mineiro; Jonatas Obina, Schumacher e Wilson Junior.

#EuAcredito
#VamosSubirAFE
#EuCantoEuSouAfeanoAtéMorrer

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Análise e notas: Ferroviária 1 x 0 Grêmio Barueri. Vivos

Conseguimos mais uma vitória. Três pontos importantíssimos para a sequencia da competição e com a rodada que foi muito benéfica para a Ferroviária. Chegamos ao sétimo lugar, com 22 pontos e há quatro do G-4. Estamos arrancando na hora certa e sei que vamos lutar até o último segundo, da última partida pelo acesso. Eu acredito.

O jogo teve domínio total da Ferroviária, quem esteve na Arena pôde ver mais um time sendo inferior à nossa Locomotiva nesta Série A2. Atacamos, criamos e perdemos gols, mas fizemos um e, ao menos HOJE, foi suficiente. E por falar em gol, que gol lindo não? Jogada fantástica que começou pelo Obina, passou pelo Niander, aliás que partidaça do nosso lateral,  e com um toque sutil de calcanhar, Schumacher deixou Alan Mineiro sozinho, livre, para o artilheiro da Ferroviária na Série A2, fazer o gol da vitória.

Parabéns aos jogadores, continuamos vivos rumo à elite do futebol paulista. Eu acredito, muito!

Notas

Cajuru: Seguro como sempre. Não teve muito trabalho, mas quando foi acionado, principalmente no final do jogo, onde o time visitante tentou esboçar um sufoco, foi bem. Um grande goleiro. 7.0

Niander: Como disse no texto, que partidaça do nosso lateral. Desde que chegou, melhor partida que fez com a camisa da Ferroviária. Foi muito participativo nesta noite. Um grande jogo. 8.0

Sandoval: Sempre seguro. Esse setor defensivo da Ferroviária é dar inveja aos times rivais. E este Sandoval, joga muito. Quando acionado, foi muito bem. 7.0

Rafael Goiano: O mesmo para ele. Como eu disse, esse setor é de dar inveja. Sai um, entra outro e a qualidade não cai. 7.0

Guilherme Batata: Pouco acionado, o polivalente jogador afeano não compromete e muitas vezes se apresenta com qualidade no ataque. Muito bom jogador, hoje mais contido até pela bela exibição do Niander. 6.5

Renan: Parece que Picoli deu um jeito no volante grená. Não tem comprometido. Faz o básico e, diga-se de passagem, vem fazendo bem. 6.0

Thiago Silva: Outro que vem jogando bem depois que Picoli chegou. Faz um segundo volante nesse esquema de três atacantes. É responsável pela articulação entre a zaga e o meio-campo. Tem sido muito importante. 6.5

Alan Mineiro: É bom de bola e decisivo. A 10 está em boas mãos, ou melhor, em bons pés. Ótimo jogador. 8.0

Wilson Junior: Perde algumas bolas bobas, mas faz um inferno na zaga adversária. Hoje, foi bem, diferente do que tinha sido contra o São José. 6.5

Jonatas Obina: Começou a jogada do gol com um belo drible, achando Niander pela lateral-direita. Perdeu gol que não pode perder, mas faz uma função muito boa no esquema tático de Picoli. 7.0

Schumacher: Seu toque de calcanhar, já é digno de uma nota 10. Não é rápido, porém além de prender a marcação, faz um pivô muito bem feito. Bela partida. 8.0

Antonio Picoli: Invicto até aqui. Não tem o que falar do treinador. Ajeitou a casa, além de se unir com os jogadores e joga junto os 90 minutos. Se o acesso vai vir? Não sei, mas que ele e esse grupo, que é um dos mais unidos que eu já vi na AFE, merecem, isso eu não tenho dúvida.

1% de chance, 90% de fé! Vai, Ferroviária!

#EuAcredito
#VamosSubirAFE
#EuCantoEuSouAfeanoAtéMorrer

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